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  • Redação GestordeMarketing

Digital-First - O Marketing Digital superou a TV e outras mídias.

Por Olimpio Araujo Junior - Founder | GestordeMarketing.com


Estamos chegando a 2020 e já não é uma novidade para ninguém que o Brasileiro prefere a internet do que a TV. Em 2012 um estudo realizado pela ComScore já mostrava isso claramente. A pesquisa na época mostrou que 46% dos entrevistados preferiam navegar na web ou usar redes sociais, enquanto apenas 11% afirmaram preferir assistir TV em seu tempo livre. Outro fator importante mostrado no estudo é que os entrevistados já consideravam nessa época as campanhas do ambiente digital mais criativas do que as da TV.


Atualmente o brasileiro passa em média nove horas e 14 minutos diários na internet, sendo que quatro horas e 21 minutos em conexões móveis (Tablets e Smartphone). Anunciantes em geral estão cada vez mais direcionando seus orçamentos para o Marketing Digital, e isso não se deve apenas a dados estatísticos de acessos ou numero de usuários, mas sim por que já perceberam que o retorno sobre seu investimento tem sido muito superior, e que além de impactar um número maior de pessoas por um custo menor, podem ter uma conversão de vendas em tempo real, o que nenhuma outra mídia proporciona.

Nos últimos anos milhares de revistas e jornais impressos encerraram suas atividades ou simplesmente migraram para a internet. A Rádio e a TV souberam aproveitar a internet e seus canais digitais para também transmitir sua programação on-line tanto em computadores como em dispositivos móveis e por isso foram as mídias que mais resistiram e continuam fortes, mas isso pode ter seus dias contados.


Elas perceberem a capacidade de viralizar e até mesmo "eternizar" seus conteúdos que antes ficavam disponíveis apenas no momento da transmissão, e que agora podem ser acessados em qualquer dia ou horário pelos seus "expectadores", mas não calcularam que ao fazer isso estavam cada vez mais habituando seu público a usar a web como principal canal. Hoje, mesmo quem ainda acompanha programas de TV ou rádio, nem sempre faz isso em tempo real, mas no momento que mais convém através das mídias digitais.


Atualmente diversas plataformas, redes sociais e aplicativos oferecem a opção de publicação de vídeos, onde podemos assistir desde filmes, palestras, cursos, programas de entretenimento e de jornalismo, e até mesmo a programação ao vivo de alguns canais de TV, ou transmissões ao vivo (as chamadas lives), de produtores de conteúdo de todo o mundo. Podemos citar entre as principais redes sociais na atualidade para divulgação de conteúdo em vídeo: Youtube, facebook, Instagram (através do IGTV), Linkedin.


O "DIGITAL FIRST" E A CONVERGÊNCIA DIGITAL


Podemos afirmar que o mundo da comunicação, do entretenimento e da publicidade está passando por um processo que nós que trabalhamos com Marketing Digital já prevíamos há 20 anos, a chamada Convergência Digital, onde as mídias não necessariamente deixam de existir, mas precisam se transformar e se adaptar a um novo formato.


É nesse novo contexto que a internet passou a ser o mais importante canal para todos os tipos de mídia, e que o Marketing Digital se tornou essencial para todo tipo de empresas ou anunciantes. Com a migração dos públicos para o digital, elas viram que era hora de repensar suas estratégias, e então surgiu a mentalidade do Digital First.


Um exemplo disso é o caso do lançamento do smartphone Pixel 3 pelas equipes do Google Media Lab e pela equipe de hardware do Google, como podemos ver abaixo.


CASE: ESTRATÉGIA DIGITAL PARA LANÇAMENTO DE ALTO RISCO


Testes feitos recentemente pela equipe do Google Media Lab, responsável pelas estratégias de mídia de todas as campanhas publicitárias do Google e liderada por John Tuchtenhagen, revelaram que vídeos em plataformas digitais podem gerar alcance tão rápido quanto a TV, comparando e exibições em um mesmo período de tempo e com resultados similares.

No final do ano passado, durante a mais importante temporada de compras do ano e diante de metas de venda elevadas, a equipe de John trabalhou juntamente com a equipe de marketing de hardware do Google fizeram a comparação de alcance de uma campanha com vídeos digitais com o da televisão no lançamento do smartphone Pixel 3.

Foi realizado um experimento simples, ao longo de duas semanas. Na primeira, anúncios foram exibidos em redes nacionais de TV dos Estados Unidos e permaneceram ocultos no YouTube. A hipótese defendida era que o YouTube poderia gerar tantos target rating points (TRPs) em uma semana quanto os canais de televisão norte-americanos, com níveis de alcance comparáveis e resultados similares. Para ambos os canais, nosso público-alvo foram adultos de 18 a 49 anos, e a mensuração teve como base os dados da Nielsen sobre audiência de TV e anúncios digitais.


Os resultados dos testes confirmaram a hipótese da equipe. Ao longo de uma semana, o alcance do YouTube cresceu mais que o da TV, com vantagens importantes, como maior alcance de jovens adultos entre 18 e 29 anos. Os números também mostraram que o total de pessoas entre 18 e 49 anos que viu o anúncio no YouTube foi 36% maior do que na TV. Além disso, o YouTube alcançou uma audiência, em média, cinco anos mais jovem.


Mas será que os resultados foram isolados? Segundo John Tuchtenhagen, não foram. Desde os primeiros experimentos, foram repetidos os testes em diversas campanhas, usando vídeos “impuláveis” de 15 segundos e anúncios do Google Preferred, que tiveram resultados semelhantes. Enquanto isso, a equipe seguiu testando e refinando a abordagem, buscando mais insights sobre a melhor combinação de formatos de vídeo – visando aumentar o alcance das campanhas, e a quantidade ideal de criativos que devem ser produzidos.


(Fonte da pesquisa: https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/tendencias-de-consumo/por-dentro-do-marketing-do-google-o-que-aprendemos-com-uma-estrategia-digital-first)


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